sábado, 24 de abril de 2010

Três da manhã


Não quero nem uma inspiração poética.

Não quero nem um ataque de consciência.

Não quero lembrar das coisas que ficaram com o sol de ontem.


Quero botar a mão esquerda em cima dos olhos e deixar a direita lá atrás, esticada.

Fazer movimentosexpontâneos e nem me dar conta.

Quero não, pensar em nada e ao mesmo tempo pensar melhor, ponderar sobre tempo, política, futebol... Até ser atrapalhado pelo breve e impensável ato de...

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