sábado, 21 de novembro de 2009

Letícia


Na primeira vez em que vi Letícia a poesia me abandonou para dar lugar ao silêncio. As imagens transformaram- se em uma só cor, uma espécie de rabisco luminoso.
- És vermelha como o amor divino.

As mãos tornaram- se amantes, num momento que se converteu em sonho sublime e os lábios se cumprimentaram sendo cúmplices de uma mágica perfeita.

Nada na vida é permanente. As águas de um rio sempre se modificam, mas Letícia continuará sublime.

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